Bons Livros - O físico, de Noah Gordon

Compartilhe:



O livro relata a epopeia de um jovem pelo direito ao conhecimento da medicina em plena era medieval. A história começa quando Rob Cole vê sua mãe morrer de uma 'doença interna' e, órfão, torna-se aprendiz de um barbeiro-cirurgião na Inglaterra. 

Com vocação para a cura, Rob toma conhecimento da existência de uma escola de medicina na Pérsia, onde um famoso físico leciona. Decidido a ir a seu encontro, descobre que o único problema estava no fato de que cristãos não tinham acesso às universidades muçulmanas durante as Cruzadas. A solução  foi assumir a identidade de um judeu, ao mesmo tempo em que se envolvia com uma avalanche de fatos verdadeiramente impressionantes. 

O livro foi transformado em filme do mesmo nome sob direção de Philipp Stölzl.

Serviço:
O físico, a epopeia de um médico medieval
Autor: Noah Gordon
Páginas: 596
R$ 69,00
Editora: Rocco

Reações: 

Através de documentos de famílias alunos revivem a história

Compartilhe:

A partir de documentos familiares trazidos pelos alunos, a professora Jordana Stella Botelho, de Curitiba, no Paraná, montou um mini museu na sala de aula e promoveu o resgate de fatos históricos. O projeto sobre o uso das fontes e documentos na escrita da história foi desenvolvido em uma turma de 4° ano (3ª série) da Escola Trilhas e ajudou a despertar a curiosidade dos estudantes e esclarecer fatos do passado.

Profa. Jordana Botelho
Segundo Jordana, as apresentações foram “muito ricas e instigantes,” permitiram “viajar” por diferentes períodos históricos e estabelecer relações com o tempo de hoje: o que mudou, o que permaneceu, semelhanças e diferenças. O dicionário em latim da avó de uma aluna, por exemplo, possibilitou que os estudantes descobrissem que esta língua já fez parte do currículo escolar. Os brinquedos, por sua vez, contaram um pouco sobre as crianças e as brincadeiras de antigamente.

“As fotos de lembrança escolar nos fizeram questionar e pensar sobre como era a escola naquele tempo, porque as crianças eram representadas daquele modo”, diz Jordana, pedagoga com 12 anos de experiência no magistério, tanto em instituições públicas quanto privadas, que também exerce a função de coordenadora pedagógica na Escola Trilhas. 

Para ela, mesmo que as questões levantadas na sala de aula não tenham sido tão aprofundadas, já que se tratava de uma turma de 4º Ano, foi “muito rico” o fato de poder conversar, pensar, discutir, levantar questionamentos e hipóteses sobre o trabalho de um historiador e de que forma acontece a pesquisa em história.

O caso de uma aluna cujo pai havia sido prisioneiro durante o regime militar serviu para esclarecer alguns pontos do passado recente do Brasil. Ao verificar que a menina estava com vergonha de mostrar aos colegas o documento que dizia que o pai tinha sido preso político, Jordana resolveu conversar com ela. Explicou o contexto da época, citou alguns artistas que também haviam sido presos naquele período e propôs dar uma aula à turma sobre o regime militar, antes que a aluna apresentasse o documento, para que todos pudessem entender melhor a situação.

Após a concordância da estudante, a professora exibiu o filme O ano em que meus pais saíram de férias. A história mostra as modificações ocorridas na vida de um garoto a partir do dia em que seus pais saíram de férias de forma inesperada. Na verdade, os pais do menino tiveram que fugir porque se opunham ao regime da época. Jordana deu então uma pequena aula sobre o tema e quando a aluna mostrou o documento, a professora percebeu que surgiram ainda mais questões, pois o assunto agora parecia bem mais próximo da turma.

De acordo com a professora, a partir da realização desse projeto os conteúdos estudados em história ao longo do ano ganharam uma “outra cara”, pois o tempo todo tinham como pano de fundo uma noção do caminho percorrido pelos historiadores.




Reações: 

Professores buscam criatividade ao ministrarem aulas de História

Compartilhe:

Imagem e texto: Portal do Professor
Pesquisa realizada no Distrito Federal mostra o empenho dos professores de história em criarem um ambiente pedagógico favorável à criatividade. Os professores ouvidos reconhecem a necessidade de criar condições para o desenvolvimento do potencial criativo do aluno e buscam alternativas didáticas inovadoras que possam tornar o ambiente pedagógico mais atraente.

 Fátima Mariani, professora de História, já aposentada, com atuação no ensino fundamental e médio da rede pública do Distrito Federal e nas áreas de alfabetização e educação de adultos, atualmente é aluna de graduação em Psicologia. Na época em que fez a pesquisa, ela trabalhava como coordenadora pedagógica em uma escola pública de Brasília e observou que suas limitações no trabalho docente eram semelhantes às dos colegas. “O que mais me angustiava era não conseguir que todos os meus alunos se interessassem pelas aulas de história. Nem mesmo com os recursos audiovisuais conseguia a atenção de todos”, conta Fátima Mariani.

Segundo Fátima Mariani, as notas em média eram boas, mas tinha muita dificuldade em conseguir com que os alunos fizessem silêncio a fim de explicar o conteúdo. “No fim do turno estava rouca, estafada e desmotivada.” Ao relacionar aspectos do trabalho pedagógico com criatividade surgiu a questão: "como tornar as minhas aulas mais atrativas para mim e para meus alunos?" Foi aí que pensou que seria interessante conhecer a percepção dos professores de história sobre criatividade, quais as barreiras e as possibilidades encontradas no trabalho docente.

Reações: 

Projeto desenvolvido entre estudantes brasileiros e norte-americanos reaproveita água da chuva

Compartilhe:





Um projeto realizado em parceria entre estudantes da Paraíba e alunos de uma universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, quer tentar reduzir o problema da escassez de água nas casas de uma comunidade na cidade de Santa Rita, na região metropolitana de João Pessoa. A ideia do projeto é reaproveitar a água da chuva e reutilizá-la nas caixas de descarga das residências.

O sistema criado no projeto consiste em uma rede de calhas que recolhem a água escorrida dos telhados das casas e distribui para recipientes que funcionam como filtros, que separam a sujeira da água menos impura. Esta água filtrada segue para um tanque de nove mil litros que vai direto para as caixas de descarga dos vasos sanitários. 

Os modelos pilotos do projeto foram instalados em três casas e em um centro de terapia de uma ONG na comunidade Santo Amaro, em Santa Rita. Segundo o professor de engenharia Normando Perazzo, o local foi escolhido por conta da carência de água na região.


Reações: 

Professor criativo estimula o interesse dos alunos para o aprendizado.

Compartilhe:




Buscando novas formas de materiais que chamasse o interesse dos seus alunos para o aprendizado de álgebra fez com que o professor de matemática e ciências naturais, Jaime Pereira Antunes Campos, das séries finais do ensino fundamental da escola Centro de Ensino Fundamental da Vila Planalto, do Distrito Federal, fosse ao computador. Em 2007, navegando na internet encontrou uma apresentação de Power-Point sobre “produtos notáveis”. Adequou este conteúdo, relacionado à sétima série, para a linguagem html, dando início a uma nova fase em suas aulas.

“Os alunos ficaram mais interessados e mais concentrados. Ficaram também mais solidários prontos a ajudar os colegas e os professores em caso de dúvidas relativas à informática”, diz Jaime Campos.  Destacou também que a apresentação dos trabalhos foi uma oportunidade para os alunos revelarem seus talentos. “Até então, não tínhamos ideia da desenvoltura que alguns estudantes tinham.” Os alunos trabalharam com planilhas excel e construção de gráficos e os resultados obtidos foram publicados no blog do Professor Jaime.

 De acordo com o professor uso do computador com internet na escola revigora a auto-estima dos alunos, possibilitando acesso a informações atuais, surgindo novas habilidades e abrindo portas para o descobrimento de vocações, constituindo caminhos para o futuro dos jovens estudantes. “Aproveitamos também para abordar outras questões, como direitos autorais. Explicamos aos alunos que as pesquisas na internet não devem ser só na base de copiar e colar, e que é preciso resguardar os direitos dos autores”. (Fátima Schenini).

Fonte: Portal do professor

Reações: 

Professores utilizam didaticamente experimento para introduzir a química no ensino médio

Compartilhe:




Professores utilizam experimentos em sala de aula para maximizar o conhecimento dos alunos. Um experimento simples e importante usado para essa didática foi o evento da “chuva ácida”, um tema bastante abordado no ensino médio.

 Esse experimento veio com intuito de introduzir os conceitos de acidez e basicidade, com o objetivo de aproximar a Química do cotidiano dos alunos. De acordo com os autores Daltamir J. Maia, Wilson A. Gazotti, Maria C. Canela e Aline E. Siqueira, Os conteúdos relacionados com o assunto são de grande interesse e permitem ao aluno conhecer e entender as transformações que ocorrem em seu meio, desenvolvendo o senso crítico da necessidade da conservação e preservação do meio ambiente.

A chuva ácida sendo um fenômeno causado pela poluição da atmosfera acaba por acarretar inúmeros malefícios à natureza às pessoas e também pode reagir com metais causando corrosão, por essa questão é importante que essa matéria seja salientada de modo didático.




 (Imagem:www.rbranco.com.b )



 Fonte: portal do professor 

Reações: 

Estão abertas as inscrições para o Vestibular 2015.1

Compartilhe:


A Universidade Estadual do Ceará (UECE) por meio da Comissão Executiva do Vestibular (CEV) está com inscrições abertas até as 23h59 do dia 19 de outubro, para o Vestibular 2015.1, exclusivamente pela internet. As inscrições para o certame destinam-se a selecionar candidatos para os cursos de graduação do primeiro período letivo de 2015. Estão sendo oferecidas 1.430 vagas, das quais 718 são para os cursos da Capital e 712 vagas para as Unidades da UECE no Interior do Estado.
A partir das 24h do dia 19 de outubro de 2014, o acesso à internet para geração da ficha eletrônica de inscrição e do boleto bancário será bloqueado. O boleto bancário que poderá ser gerado até as 23h59 do dia 19 de outubro (domingo), terá vencimento no dia 20 de outubro de 2014, último dia em que o candidato poderá pagá-lo.
A taxa de inscrição no valor de R$ 110,00 poderá ser paga na rede bancária ou nos estabelecimentos por ela credenciados, através de boleto bancário emitido via internet, até o dia 19 de outubro, com vencimento no dia 20 de outubro de 2014. Ao candidato será atribuída total responsabilidade pelo correto preenchimento dos campos da ficha eletrônica de inscrição e do boleto bancário.
Na ficha Eletrônica de inscrição, o candidato indicará o curso e a Língua Estrangeira (Inglês, Francês ou Espanhol) de sua escolha.
As provas da 1ª Fase serão aplicadas no dia 16 de novembro (domingo), das 9h às 13h, com uma Prova de Conhecimentos Gerais de múltipla escolha: Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Geografia, História, Matemática, Física, Química e Biologia.  A 2ª Fase acontecerá nos dias 07 e 08 de dezembro, respectivamente (domingo e segunda-feira), com a realização de quatro Provas: uma de Redação e três Específicas, de acordo com o curso de opção do candidato.

Para a FAFIDAM estão sendo ofertadas 200 vagas para os cursos de Ciências Biológicas, Física, Geografia, História, Letras/Língua Portuguesa, Matemática, Pedagogia e Química.

Para realizar sua inscrição clique aqui.

Reações: 

Lousa digital e carteiras digitais: uma inovação para o ambiente escolar

Compartilhe:


Lousas e carteiras digitais têm sido utilizadas atualmente como ferramentas importantes no ambiente escolar. Algumas escolas como a Escola de Ensino Fundamental e Médio Mário Quintana, em Pelotas-RS, já aderiram a essa tecnologia.

Essa ferramenta tem auxiliado os professores a deixarem suas aulas mais interativas, contribuindo assim para o melhor aprendizado dos alunos e fazendo com que participem e vivam nesse novo ambiente.

No estado de São Paulo, já estão sendo utilizadas as carteiras eletrônicas. Renata Chamarelli, em uma postagem no site Portal do Professor, explica que elas dispõem de uma tela sensível a toques, sobre a qual se pode escrever, fazer desenhos ou equações. O tampo pode ser levantado e abaixo dele fica um teclado, caso seja necessário digitar. A CPU do computador fica acoplada embaixo da carteira. Assim os alunos vão acompanhando o professor de modo mais fácil e dinâmico.

No quadro negro as imagens se movimentam com o toque das mãos. Nas tradicionais carteiras, além de cadernos e lápis, as crianças podem acessar a internet. A cena que parece ser de um filme de ficção científica está mais real do que se imagina. Essas e várias outras tecnologias já estão sendo utilizadas em escolas brasileiras. (Renata Chamarelli)

Fonte: Portal do professor

Reações: 

Postagens mais lidas